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Eu preciso mesmo comer Fígado na Gestação?

Se você está grávida e já ouviu que "precisa comer fígado", provavelmente também sentiu aquele misto de dúvida, desconforto e culpa. Afinal, o alimento divide opiniões: enquanto alguns recomendam como “superalimento da gravidez”, outras não suportam nem o cheiro.

Mas... será que o fígado é mesmo indispensável para uma gestação saudável?





Por que tanto se fala no fígado?

O fígado é uma fonte concentrada de nutrientes essenciais para a gestante, como:

  • Ferro heme (com melhor absorção pelo organismo), importante para prevenir anemia

  • Vitamina A (retinol), essencial para o desenvolvimento embrionário

  • Vitamina B12, fundamental para formação do sistema nervoso do bebê

  • Colina, nutriente crucial para a saúde cerebral

  • Zinco, importante para imunidade e divisão celular

Ou seja: nutrientes importantes, sim — mas não exclusivos desse alimento.


Toda gestante pode comer fígado?

Depende.

A recomendação não é “coma fígado”. É: se esse alimento fizer sentido para você, ele pode ser incluído com moderação, da forma certa e no momento certo.

Ou seja, não é obrigatório — e nem proibido. É uma questão de estratégia nutricional individual.


E se eu não conseguir comer?

Não precisa forçar. Existem outras maneiras de alcançar as mesmas necessidades nutricionais com combinações inteligentes de alimentos e, quando necessário, suplementação personalizada.

Aliás, esse é um erro comum: achar que só o suplemento resolve tudo.

Mas quando você suplementa sem entender as reais necessidades do seu corpo, pode:

  • não absorver direito

  • sobrecarregar seu organismo

  • e até comprometer sua saúde ou a do bebê


Então… comer fígado é bom ou ruim na gravidez?

A resposta não está no alimento. Está em você.

A pergunta certa não é "comer ou não comer fígado?", mas: “Minha alimentação está realmente cobrindo as necessidades da gestação?”

E é aí que entra o acompanhamento nutricional.


A importância da Nutrição Individualizada na gestação

Durante o pré-natal, sua alimentação é um dos pilares mais importantes — não só para o bebê, mas também para você: sua energia, sua imunidade, sua digestão, seu sono, sua disposição para trabalhar, se exercitar e viver essa fase com qualidade.

Um bom plano alimentar respeita:

  • sua rotina e preferências

  • seus exames e carências nutricionais

  • seu histórico de saúde

  • seus sintomas e desconfortos

E vai muito além de “o que pode ou não pode comer”. É sobre construir um caminho alimentar seguro, estratégico e nutritivo para esse momento único da sua vida.



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